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Terraplenagem

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o que é e como funciona?

Aplainar e aterrar um terreno são algumas das primeiras coisas a serem feitas para atender projetos topográficos de uma construção e manter-se fiel à planta original. Neste processo, são usados diversos equipamentos e máquinas pesadas, adicionando ou removendo terra, pedras, vegetação e o que mais for encontrado em determinado local, visando tornar aquele solo plano e apto a receber obras que necessitem de tal recomendação.

A técnica da terraplenagem é muito usada na realização de grandes construções, como edificações, campos de futebol, aeroportos, barragens, estacionamentos, canais e estradas. Na verdade, a grande maioria das obras necessita passar por esse processo, já que as construções, majoritariamente, precisam estar literalmente planas.

Após a realização da técnica, os espaços que o local dispõe podem ser mais bem aproveitados para a distribuição de pessoas se locomoverem e bens. Além disso, pode aumentar consideravelmente o tamanho do terreno.

São trabalhos, muitas vezes, complicados de serem realizados, tendo em vista as grandes áreas a serem preenchidas e as enormes quantidades de terra para mover.

 

Cuidados iniciais com a terraplenagem

É importante, primeiramente, consultar um profissional especializado, que te ajudará a escolher qual terreno melhor se adaptará ao projeto de construção. Um lote com o nível térreo próximo ao do projeto original aperfeiçoa tempo, trabalho e, consequentemente, proporciona uma maior economia na hora de produzir.

Portanto, na hora de escolher um terreno, seja mais seletivo e saiba fugir um pouco do que parece mais barato. Muitas operações básicas, como escavar terra ou rebaixá-la, devem ser feitas, e o profissional ajudará a tomar tal escolha para que o barato não se torne caro no futuro.

Também é necessário estar atento aos equipamentos que serão usados na obra. Assegure-se de que as ferramentas são próprias para este tipo de trabalho. É necessário estar atento às condições climáticas no período de execução da obra, pois o mal tempo pode retardar a evolução.

Uma dica é que a equipe esteja bem distribuída ao longo do terreno para que não encontre dificuldades de locomoção ou manuseio de determinados equipamentos, o que causa maior tempo ocioso. Um bom almoxarifado também é essencial para a reposição de peças em eventuais complicações.

O projetista deve ter em mente as mudanças que podem ocorrer durante a realização da obra, ou melhor, prever quais mudanças podem acontecer durante a realização desta. Assim, estará preparado e saberá como agir quando algum contratempo lhe for apresentado.

Esses problemas podem ser inúmeros, sendo que os mais recorrentes incluem: variações de cota, e terrenos que podem conter a presença de alguns elementos que dificultem o progresso da obra, como arborização, prédios antigos e lagos. Preparado para esses problemas, o projetista pode realizar mudanças prevista com mais rapidez!

A quantidade de terra disposta no local pode ser insuficiente para a realização da terraplenagem. Nesse caso, deve ser realizada a importação de terra de outro terreno para que seja realizada uma eficiente compactação do aterro.

Também pode ser necessário o processo de drenagem, que é feito em terrenos que apresentam excesso de umidade no solo. Para resolver esse problema, poderão ser criados canais estratégicos que possibilitem o escoamento da água.

Esses cuidados iniciais devem figurar na cabeça de quem deseja construir, pois somente com essa cautela que pode-se chegar a um resultado satisfatório.

 

Os processos que podem ser realizados na terraplenagem

Após os estudos do terreno, a construção passará por etapas.

O desmatamento do solo vai retirar a vegetação presente no terreno: árvores, gramas, capim, etc. É importante estar de acordo com os órgãos legais da área em sua cidade, e atento às leis quanto à retirada de árvores.

No destocamento, serão retirados todos os tocos e restantes de vegetação que sobraram da etapa anterior, por meio da queimada. E, por último, o terreno passará por uma limpeza para extinguir todos os resíduos, inclusive os deixados pela queimada. A camada vegetal também deve ser retirada.

Depois dessas etapas, que visam limpar o terreno e deixá-lo apto para receber os trabalhos, vêm processos para a efetiva terraplanem do local.

A escavação é a responsável por retirar a terra do local, se for necessário, e visa deixar a condição real do terreno como o proposto pelo projeto topográfico. Essa escavação pode ser feita com ou sem remoção de terra.

Com remoção de terra, o que for escavado será transportado por caminhão basculante para outra área, chamado de Bota-Foras. Sem remoção, a terra será removida em locais onde o nível térreo está acima do Projeto Topográfico e será colocada em locais onde o nível está abaixo, numa espécie de compensação.

O aterramento preenche os locais baixos de terra para que aquela área fique elevada. Nesse processo, costuma-se usar a terra vermelha, por ter melhor eficiência na compactação de aterro. O aterramento pode ser feito com importação de terra ou sem importação de terra.

Com a importação de terra, é uma troca entre terrenos, em que um que tenha quantidade insuficiente importe terra de outro onde a remoção é necessária. Sem importação, apenas se faz a compensação.

A drenagem é o escoamento, já citado, de água, em áreas que apresentam muita umidade. É um dos cuidados que devem ser tomados e podem trazer sérios problemas a obras.

A demolição é a destruição de prédios existentes no local e que precisarão ser removidos para a construção do que é pedido no projeto.

A troca de solo acontece quando o solo original não é consistente, firme e não conseguirá suportar o peso da futura edificação que será construída, o que cria a necessidade de substituir aquele solo sem qualidade por outro.

Nesse momento, estudos de solo devem ser realizados. A sondagem (estudo laboratorial que recolhe determinada quantidade de terra profunda para análise) irá definir o quanto, além do projeto topográfico, deverá ser escavado. Após a escavação, para remover esse solo será realizada a compactação do aterro.

A compactação de solo é indispensável em determinados locais. Neste processo, a terra será compactada pelo peso de um Rolo Compressor, até que fique necessariamente firme e resistente para aguentar as edificações presentes no projeto.

Para a realização dessa etapa, são extremamente necessários os cálculos do engenheiro, pesquisas e análises laboratoriais, para saber se o solo está apto ou não para a construção. Essa compactação é feita em camadas e com auxílio de um caminhão pipa, que umidifica a terra antes da compressão.

E, por fim, a prevenção de erosão. Em determinados solos arenosos, sedimentares ou terrenos que apresentem aclive ou declive, são muito comuns aparecimento de erosões por causa de fortes chuvas. Para a prevenção desses acontecimentos é usada a técnica da curva de nível.

Essas curvas são cortes feitos ao longo desses declives, que captam a água da chuva para que ela não ganhe velocidade no solo, levando sedimentos, e para que não consiga criar erosões e rupturas no solo.  O espaço entre as curvas de nível deve ser menor em uma grande inclinação.

 

A prestadora de serviço e o preço

Assim como em qualquer outra área de atuação, escolhem-se sempre as empresas com credibilidade em diferentes ramos e com qualidade garantida pela história construída.

Na terraplenagem não é diferente! Existem mecanismos para avaliar a empresa. Veja se ela está devidamente inscrita no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia, CREA, e o responsável técnico também é fundamental. Isso pode influenciar no preço dos serviços.

O preço dado pela prestadora de serviço está diretamente ligado à escolha do terreno e a condição inicial do solo. Como dito antes, é importante que esteja bem orientado por um bom profissional.

Além do terreno, os preços também são influenciados pela quantidade de máquinas, ferramentas e recursos que foram utilizados nas obras, além da dificuldade de mover a terra e quantas horas foram trabalhadas.

 

As especificações para o trabalho

A terraplenagem tem diferentes especificações de acordo com o tamanho da obra. Enquanto em obras de pequeno porte poderão ser usados equipamentos manuais, obras médias e grandes devem ser feitas com equipamentos maiores, mecanizados e complexos.

Esses equipamentos são usados sempre respeitando sua função principal dentro de cada um dos processos pelos quais passa o solo. São eles: tratores, carregadeiras, mononiveladoras, escavadeira, carrinhos de mão, caminhões basculantes, vagões, rolo de grade, rolo vibratório, etc.

Não há um conjunto de normas técnicas específicas para a terraplenagem, o que existe são normas de segurança para o trabalho e que devem ser consultadas e respeitadas atentamente também no momento de aplainar o solo.

A NR-8 se adapta por falar de segurança dos operários em edifícios e a NR-11 fala do manuseio de equipamentos usados nas obras, transporte, locomoção e movimentação no terreno. A norma NBRNM-ISO6165, da ABNT, fala de equipamentos e assegura que as máquinas podem ser usadas para determinado fim.

E agora que você sabe o que é a terraplenagem e como ela funciona, sempre esteja atento quando contratar um serviço, para que ele não cause nenhum transtorno nem para você (contratante), nem para a prestadora de serviço (contratada).

A terraplenagem é importantíssima na hora de construir, portanto deve ser bem planejada e, acima de tudo, bem executada!

 

 

Entre em contato conosco e conheça mais sobre o nosso trabalho e o que podemos oferecer à sua obra.


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